O autor do livro, Malba Tahan, usou um pseudônimo que reflete sua admiração pela cultura árabe. Ele acreditava que um professor brasileiro não chamaria a atenção no universo árabe, onde se passa a história.
A obra inclui diversas lendas e histórias fascinantes, como a origem do jogo de xadrez e a vida da filósofa e matemática Hipátia de Alexandria, que contribuíram para a história da matemática e da ciência.
Publicada pela primeira vez em 1938, a obra já foi traduzida para vários idiomas, tornando-se um verdadeiro clássico da literatura matemática e educacional em todo o mundo com seu conteúdo rico e envolvente.
O livro é amplamente utilizado em escolas e por educadores para ensinar matemática de forma lúdica e inspiradora, demonstrando que a matemática pode ser acessível e divertida.
Malba Tahan ilustra como a matemática pode ser uma atividade prazerosa e criativa. As histórias demonstram que é possível resolver problemas matemáticos de maneira divertida e envolvente.
As histórias do livro não são apenas sobre matemática, mas também envolvem mistério e aventura. Isso torna a leitura mais cativante, atraindo leitores de diferentes idades a tornando mais rica e cativante.
Malba Tahan, cujo nome verdadeiro é Julio Cesar de Mello e Souza, foi um educador e escritor apaixonado pela matemática. Ele dedicou sua vida a ensinar e inspirar gerações com suas obras.
Através de 'O Homem que Calculava', Tahan deixou um legado duradouro no campo da educação matemática, influenciando não apenas estudantes, mas também professores e educadores ao redor do mundo.